Três israelitas feridos em ataque à Cijordânia ocupada

Três israelitas feridos em ataque à Cijordânia ocupada

Três israelenses ficaram feridos neste domingo (2) por tiros disparados de um veículo no norte da Cijordânia ocupada, informaram o exército israelense e médicos, um ataque que o ministro da Defesa,  Benny Gantz, atribuiu a “terroristas”

Os disparos, efetuados perto de um terminal de ônibus no cruzamento de Tapuah, ao sul de Nablus, são um ataque típico de ativistas palestinos, segundo o exército.

“Um veículo suspeito chegou ao cruzamento e atirou na direção de civis israelenses”, acrescentou o exército.

“As forças de segurança israelenses responderam atirando no veículo suspeito, que fugiu”, acrescentou o exército em um comunicado.

Magen David Adom, o equivalente da Cruz Vermelha, disse que tinha tratado de três pessoas com cerca de 20 anos e que posteriormente foram levadas a um hospital. Um dos feridos se encontra em estado crítico.

Os três israelenses são estudantes de um seminário religioso na colônia vizinha de Itamar.

Gantz prometeu que as forças de segurança não vão descansar até que “não detenham os terroristas responsáveis pelo ataque”, segundo seu gabinete.

“Não deixaremos que o terrorismo levante a cabeça e atingiremos nossos inimigos com força”, declarou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em um comunicado.

Soldados israelenses que entraram em Beita, povoado palestino ao sul de Nablus, foram recebidos a pedradas e com bombas incendiárias, segundo o exército.

“As tropas responderam com meios de dispersão de motins e disparos”, assegurou, enquanto fontes de segurança palestina informaram que três pessoas ficaram gravemente feridas por tiros.

Nenhum grupo palestino reivindicou o ataque aos israelenses.

No domingo, uma palestina ficou gravemente ferida em um cruzamento no sul da Cisjordânia ocupada quando tentava se aproximar de soldados israelenses com uma faca na mão.

Ela morreu depois em um hospital de Jerusalém e as autoridades israelenses a identificaram como Fahima Al Hroub, nascida em 1961, e originária de Belém.

Imagens gravadas por uma câmera de vídeo mostram três soldados pedindo várias vezes à mulher que parasse antes de atirar contra ela.

Segundo o Shin Beth, o serviço de segurança interna israelense, forças de segurança frustraram no ano passado 238 ataques a tiros e 70 com faca na Cisjordânia ocupada e Jerusalém leste anexada.

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